24
May
8:43pm

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originally erro-404

24
May
8:41pm
Existem pessoas que contam carneirinhos para dormir,
eu só consigo dormir fazendo planos para o futuro,
mesmo sabendo que são apenas besteiras minhas, que nunca irão se tornar realidade.
Mário Dias, horizontes-opostos. (via verborragias)


24
May
11:55am
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41 notes
originally filhadoreiii

24
May
11:40am
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24
May
11:36am
filhadoreiii:

Tá difícil mais, não desista de sua família! Deus esta contigo!
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filhadoreiii:

Tá difícil mais, não desista de sua família! Deus esta contigo!


763 notes
originally filhadoreiii

21
May
11:39am

Porém, para o meu Deus NADA é impossivel!



21
May
11:35am
Quer enlouquecer alguém? Afaste-se da pessoa sem nunca dizer o que ela fez de errado.
— Carpinejar (via prisioneiro-da-morte)


21
May
11:25am

O meu maior erro, foi contar para as pessoas aquilo que só deveria ter ficado entre eu e Deus.



21
May
11:06am
Tenho medo de não ser boa o suficiente, medo de errar, tenho medo de magoar as pessoas, tenho medo que um dia toda essa minha mascara de forte e feliz caia.E mostre o quão triste eu sou e quantas dores eu levo.
— Zaíne Carneiro Oliveira. (via instinto-feminino)


21
May
11:06am
Às vezes dá vontade de desistir de tudo, não sair mais de casa, dormir e dormir.
Caio Fernando Abreu   (via umprincipeemsuavida)

8,871 notes
originally ditadomeu

21
May
11:03am


21
May
11:03am
- Procuro nas pessoas que amo, o que está faltando em mim. Por isso que elas me completam.
—   Milena (via prisioneiro-da-morte)

172 notes
originally s-u-i-c-i-da

21
May
11:03am
-Tá vendo aquele estrela lá?
-Qual?
-Aquela que brilha mais forte que todas.
- Sim, tem o que ela?
- Tá morrendo de inveja de você.
-De mim? Porque?
-Porque por mais que ela brilhe, nunca será tão perfeita como você.
- Awn que lindo, o que você tá querendo?
- (risos) Você!
- De que jeito?
-Inteira, só pra mim.
-Claro, só pra você..
-Te amo!
-Te amo mais.
— Zaíne Carneiro Oliveira. (via instinto-feminino)


21
May
11:01am


20
May
8:39pm
E quando não éramos expulsos da sala por estar bagunçando, dormindo ou conversando no maior barulho, nós ficávamos atento à aula. Principalmente na de história. Ele odeia história.

Eu e meu melhor amigo éramos o par perfeito. Nós sabíamos ser melhores amigos. Nenhum de nós dois tinha a intenção de que rolasse algo sério. Vivíamos para sorrir um do outro, ou pra que ele se recusasse a pagar minha passagem no ônibus ou colasse minha prova bimestral inteira e assim conseguisse passar de ano para estudarmos juntos novamente. Juntos. Juntinhos, para bagunçar na aula de química, dormir na de física, se animar na aula de inglês, ficar falando da careca do professor de matemática. E quando não éramos expulsos da sala por estar bagunçando, dormindo ou conversando no maior barulho, nós ficávamos atento à aula. Principalmente na aula de história. Ele odeia história. A professora devia ter seus trinta e poucos anos, era branca e tinha um sorriso mais branco ainda. Seus cabelos pretos, lisos, cortados na altura do ombro faziam dela a acadêmica mais gostosa que eu e ele já tínhamos visto. Até eu, que gosto de homens, tinha um desejo por ela de vez quando. Perto dela eu era tão lésbica. Ela era casada, para nossa decepção. Convidei meu melhor amigo para estudar em minha casa à tarde e depois tomar uma coca. Ele não gosta de pessoas. Escolhi um dia em que a casa estivesse vazia. Seríamos só nós dois. Só nós dois. Aquele garoto magro, moreno, dos olhos lindos e cílios grandes era meio gay, isso fazia dele a pessoa mais perfeita que já pisou aqui em casa. Começamos a estudar leis de newton. Ah, como eu amo física – e ele odeia. Meu melhor amigo ficou impaciente, quis largar aquele livro que fora publicado em 1986 e já fora do meu pai em tempos de universidade, de minha tia no ensino médio, do meu vizinho que estudava na escola técnica – e sempre se vangloriou por isso –, e agora era meu. Eu tinha um carinho imenso por aquele livro estranho de folhas amarelas que faz qualquer adolescente aprender o assunto. E como não conseguíamos estudar, o convidei para assistir um filme, no aconchego de meu sofá azul. Ele aceitou. Coloquei no DVD aquele filme que eu adorava, justamente porque o final não era feliz. Days of Summer era o filme perfeito. Zooey Deschanel tinha os maiores olhos que eu já havia visto, eram maiores até do que os da Katy Perry. Pareciam duas pérolas, embora fossem azuis. E vendo-a no filme, eu era tão lésbica novamente. Nós ríamos do jeito engraçado que era o amor de Summer e Tom, e do jeito que ele ficou quando ela pegou em sua mão. O amor dele era tão inocente. Tão inocente. Eu olhei para meu melhor amigo. Nós não éramos inocentes. Ele passava a mão no meu cabelo. Naquele momento, nossos corpos se completavam, nossas pernas estavam entrelaçadas. Será que estava rolando um clima? Fiquei confusa. Somos amigos. A-M-I-G-O-S. Amigos não podem sentir algo pelo outro, ou a amizade chega ao fim. Eu olhei – novamente – para meu melhor amigo. Ele é lindo. Eu não gosto de garotos magros. Nem de nerds em matemática. Nem de garotos que não suportam livros antigos. Ele me olhou de volta. Ficamos nos olhando. Naquele momento, o filme sumiu, o sofá azul sumiu, o livro de folhas amarelas também. Ficamos nos entreolhando durante uns 15 segundos. Posso jurar que foram os 15 segundos mais demorados que já existiram. Ele se aproximou. Nós rimos. Me deu um beijo na testa. O beijo mais carinhoso que já recebi. Eu tinha que quebrar o silêncio. Vamos, fale alguma coisa. Não deixe que esse momento acabe. “Posso te confessar uma coisa?” Ele falou quase sussurrando. Sim, pode confessar, fala tudo que quiser, fala que está apaixonado por mim, porque eu também estou por você. “Fala logo, (risos) que suspense” “Eu tô com uma puta vontade de comer biscoito – Porque diabos ele falou isso? – você tem aí?” “Minha mãe sempre tem, vou ver no armário – Procurei, procurei, procurei. No armário, na cozinha, na geladeira. Nada de biscoito. Ele havia se levantado e estava atrás do balcão de mármore, apoiado com os cotovelos, mão no queixo. – Acho que os biscoitos acabaram” “Tudo bem, tô de dieta.” Eu tive que rir, minha mandíbula doía. Ele era o garoto mais magro que já vi. E quase que num ato involuntário, dei um abraço apertado nele. E a respiração dele era perfeita, estava irregular. Senti meu coração acelerar, envergonhada por estar com o peito colado no dele e ele poder sentir que eu estava me apaixonando. Fixei os olhos nos dele. Ele era tão lindo de frente – e de lado, e de costas, e sentado, e deitado. De todas as formas possíveis. “Jura que não vai ficar zangada comigo?” O que? O que ele ia fazer? E sem esperar minha resposta, num impulso rápido, ele me levantou e me sentou naquele balcão de mais de um metro de altura. Ele era tão alto que enquanto eu estava sentada, e ele em pé, nossos rostos estavam um de frente para o outro. Seus lábios me chamavam. Nos beijamos. Ele não era mais meu melhor amigo. Era meu melhor amor. E nós nos completávamos. Nesses dias ele começou a gostar de livros velhos e de atrizes que tinham olhos perolados enormes. Gostou também de sofás azuis e de garotas baixinhas que não têm biscoito em casa.
— Wévine Maia, outonizei. (via outonizei)

340 notes
originally outonizei